The Great Wall of Zimbabwe, Africa
March 16, 2016 0 Comments Written by sola rey
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Great Zimbabwe is a ruined city in the southeastern hills of Zimbabwe near Lake Mutirikwe and the town of Masvingo. It was the capital of the Kingdom of Zimbabwe during the country’s Late Iron Age. Construction on the monument by ancestors of the Shona people began in the 11th century and continued until the 15th century, spanning an area of 722 hectares (1,780 acres) which, at its peak, could have housed up to 18,000 people. It is recognised as a World Heritage Site by UNESCO.
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Great Zimbabwe served as a royal palace for the Zimbabwean monarch and would have been used as the seat of political power.
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One of its most prominent features were the walls, some of which were over five metres high and which were constructed without mortar. Eventually the city was abandoned and fell into ruin.
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The earliest known written mention of the ruins was in 1531 by Vicente Pegado, captain of the Portuguese garrison of Sofala, who recorded it as Symbaoe.

When the Ife heads first appeared in the Western World in the first half of the twentieth century, many experts compared them to the highest achievements of ancient Roman or Greek art.

When Leo Frobenius discovered the first example of a similar head it undermined existing Western understanding of African civilization.

Experts could not believe that Africa had ever had a civilization capable of creating artifacts of this quality.

Attempting to explain what was thought an anomaly, Frobenius offered his theory that these had been cast by a colony of ancient Greeks established in the thirteenth century BC.

He made a claim, widely circulated in the popular press, that his hypothesized ancient Greek colony could be the origin of the ancient legend of the lost civilization of Atlantis.

PORTUGUES

A Grande Muralha do Zimbabwe, África
16 de março de 2016 0 Comentários Escrito por sola rey
Parede de zimbabwe 504

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O grande Zimbabwe é uma cidade arruinada nos montes do sudeste de Zimbabwe perto do lago Mutirikwe e da cidade de Masvingo. Foi a capital do Reino do Zimbábue durante a Idade do Ferro do país. A construção do monumento pelos antepassados ​​do povo Shona começou no século 11 e continuou até o século 15, abrangendo uma área de 722 hectares que, no seu auge, poderia ter abrigado até 18.000 pessoas. É reconhecido como um local do património mundial pela UNESCO.
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Grande Zimbabwe serviu como um palácio real para o monarca zimbabuense e teria sido usado como a sede do poder político.
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Uma das suas características mais proeminentes eram as muralha, algumas das quais tinham mais de cinco metros de altura e que foram construídas sem argamassa. Eventualmente a cidade foi abandonada e caiu em ruína.
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A primeira menção escrita conhecida das ruínas foi em 1531 por Vicente Pegado, capitão da guarnição portuguesa de Sofala, que o registou como Symbaoe.

Quando as cabeças de Ife apareceram primeiramente no mundo ocidental na primeira metade do vigésimo século, muitos peritos os compararam às realizações as mais elevadas da arte romana ou grega antiga.

Quando Leo Frobenius descobriu o primeiro exemplo de uma cabeça semelhante, minou a compreensão ocidental existente da civilização africana.

Os especialistas não podiam acreditar que a África tivesse tido uma civilização capaz de criar artefatos dessa qualidade.

Tentando explicar o que se pensava ser uma anomalia, Frobenius ofereceu sua teoria de que estes haviam sido lançados por uma colônia de antigos gregos estabelecida no século XIII aC.

Ele fez uma afirmação, amplamente difundida na imprensa popular, de que sua colônia de hipótese da Grécia Antiga poderia ser a origem da antiga lenda da civilização perdida da Atlântida.

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