The Divided World [Alcaçovas]

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the world is divided in Portuguese and Spanish Gold
The Divided World [Alcaçovas]

Man has always divided the world since the Greeks and Trojans to the Cold War. In the century. XV Portugal tried to dominate the Atlantic and then the Canaries had a strategic position for navigation along the West Coast of Africa, in particular for trade in gold, ivory and slaves. Therefore always been disputed between Portugal and Spain.

We’ve all heard of the Treaty of Tordesillas, but this was the latest in a series of treaties to which the unknown world was divided between the two Iberian countries with the blessing of the Pope, and therefore the remaining European countries (which by this point all went to war with each other).

TREATY OF Alcaçovas

In 1479, it signed a first treaty in which Portugal relinquishes possession of the Canaries, and all lands north (except the Azores, Madeira, Ceuta and Arzila) but which guarantee sovereignty over the seas and lands south of the Canaries to the ends Africa.

Portugal had the right to kill those who did not comply with this treaty. Dozens of Spanish ships that tried to make were seized, burned and killed their crews.

Note that this treaty are only in the game lands on African coast.

TREATY OF TOLEDO

A year later, in 1480, King John II can do approve a new treaty identical to the previous, but with a huge change. Portugal was also the sovereignty of all the lands to be discovered, now the south of Guinea, both the Atlantic and the Indian. This “small” difference widened the possessions of Portugal to the then unknown (really?) And the American continent to discover land to India.

The terms of these treaties could hardly be accepted as long as it prevented the Spaniards from having access to fabulous African wealth (gold, slaves, ivory, etc.).

The problem worsened when the Spaniards realized that the treaty also prevented them from reaching India around Africa, a project in which the Portuguese were involved. Spain feels he is being overtaken and ruled on all fronts.

Treaty of Tordesillas

The first voyages of Columbus are always within the limit imposed by the treaty Alcáçovas-Toledo. And it is because of these treaties which he proposes to the Catholic kings arrival to India by the west, as the coast of Africa was sealed. Since part of the “Indian” discovered by Columbus were under the Portuguese line, the Spaniards want a new treaty.

In 1494, John D II presents the Treaty of Tordesillas. This treaty established a new definition of the areas of influence of the two Iberian countries in the Atlantic Ocean and in the World. The Treaty defined a limit to the expansion of the Spaniards to the West. Across the world these were excluded from Japan, China and India, in addition to other important lands.

During negotiations Portugal can increase their domains instead of 100 from the Azores, 370 were approved leagues west of Cape Verde, more than 120 leagues originally established.

And it all began in a sleepy village Alentejo – Alcáçovas. The treaty was signed in the palace, which is now able to see the abandonment.

Residential civil architecture, Gothic, Manueline, Renaissance. Typical building of the manor regional architecture Manueline, Mudéjar with strong brand influence in the urban environment. The main façade is composed of two articulated records upright in the ground and the first gantry small square aperture of basements and second alignment of three Manueline windows frames a bay. Particularly notable are the western and northern facades of buildings articulated, making the framing of the interior yard.

Historical events took place in this palace. Him marry the Infantas Isabel and Beatriz, daughter of King John of Castile and Ferdinand of Portugal, John II of Castile and Ferdinand Duke of Viseu. Are the mothers of Isabel, the Catholic kings, and D. Manuel, the king in whose reign is discovered the sea route to India.

In it John II writes his will.

PORTUGUES

o mundo é dividido para portugueses e espanhóis

O Mundo Dividido [Alcaçovas]

Desde sempre o Homem dividiu o mundo, desde os Gregos e Troianos até à guerra fria. No séc. XV Portugal tentava dominar o Atlântico e nessa altura as Canárias tinham uma posição estratégica para as navegações ao longo da Costa Ocidental de África, nomeadamente para o comércio de ouro, marfim e escravos. Por isso sempre foram disputadas entre Portugal e Espanha.

Todos já ouvimos falar do tratado de Tordesilhas, mas este foi o último de uma série de tratados em que o mundo incógnito era dividido entre os dois países ibéricos com a bênção do Papa, e por conseguinte, dos restantes países europeus (que por estas alturas andavam todos em guerra entre si).

TRATADO DE ALCÁÇOVAS

Em 1479, é assinado um primeiro tratado onde Portugal abdica da posse das Canárias, e todas as terras a norte (excepção de Açores, Madeira, Ceuta e Arzila) mas onde garantia a soberania sobre os mares e terras a sul das Canárias até aos confins da África.

Portugal tinha o direito de matar todos aqueles que não respeitassem este Tratado. Dezenas de barcos espanhóis que o tentaram fazer foram apreendidos, incendiados e as suas tripulações mortas.

Note-se que neste tratado apenas estão em jogo as terras nas costa Africana.

TRATADO DE TOLEDO

Um ano depois, em 1480, D.João II consegue fazer aprovar um novo tratado idêntico ao anterior, mas com uma enorme alteração. Portugal ficava também com a soberania de todas as terras por descobrir, agora a sul da Guiné, quer no Atlântico como no Indico. Esta “pequena” diferença alargava as posses de Portugal ao então desconhecido (será?) continente americano e terras a descobrir até à Índia.

As condições destes Tratados dificilmente poderiam ser aceites por muito tempo, dado que impedia os espanhóis de terem acesso às fabulosas riquezas africanas (ouro, escravos, marfim, etc).

O problema agravou-se quando os espanhóis perceberam que o Tratado os impedia também de chegarem à Índia contornando a África, um projecto em que os portugueses estavam envolvidos. A Espanha sente que está a ser ultrapassada e excluída em todas as frentes.

TRATADO DE TORDESILHAS

As primeiras navegações de Colombo são sempre dentro do limite imposto pelo tratado Alcáçovas-Toledo. E é por causa desses tratados que ele propõe aos reis Católicos a chegada à Índia pelo ocidente, já que a costa de África estava vedada. Visto parte das “índias” descobertas por Colombo estarem abaixo da linha Portuguesa, os Espanhóis pretendem um novo tratado.

Em 1494, D João II apresenta o tratado de Tordesilhas. Este tratado estabelecia uma nova definição das áreas de influência dos dois países ibéricos no Oceano Atlântico e no Mundo. O Tratado definia um limite para a expansão dos espanhóis para Ocidente. No outro lado do mundo estes eram excluídos do Japão, China e da Índia, para além de outras terras importantes.

Durante as negociações Portugal consegue aumentar os seus domínios, em vez de 100 a partir dos Açores, foram aprovadas 370 léguas a oeste de Cabo Verde, mais 120 léguas do que as originalmente estabelecidas.

E tudo isto começou numa pacata vila Alentejana – Alcáçovas. O tratado foi assinado num palácio, que poderão ver está agora ao abandono .

De arquitectura civil residencial, gótica, manuelina, renascentista. Edifício típico da arquitectura regional senhorial de época manuelina, com forte marca de influência mudéjar, em ambiente urbano. A fachada principal, é composta por dois registos articulados na vertical, no primeiro pórtico do terreiro e pequena fresta quadrada das caves e no segundo alinhamento de três janelas de molduras manuelinas, uma de sacada. Particularmente notáveis são as fachadas oeste e norte das construções articuladas, fazendo o enquadramento do terreiro interior.

Acontecimentos históricos tiveram lugar neste palácio. Nele casam as Infantas D. Isabel e D. Beatriz, filhas de D. João de Castela e de D. Fernando de Portugal, com D. João II de Castela e D. Fernando Duque de Viseu. Serão as mães de D. Isabel, dos reis Católicos, e D. Manuel, o rei em cujo reinado é descoberto o caminho marítimo para a Índia.

Nele D. João II redige o seu testamento.

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