DIOGO CÃO(Dog) WAS A MASONIC !!!

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DIOGO CÃO(Dog) WAS A MASONIC !!!

see the Masonic insignia, left by him in the stones Yalala, in the province of Banza-Kongo-Angola, between 1482 and 1486.

DIOGO CÃO(Dog), first Portuguese explorer to arrive in Angola, in the kingdom of Kongo

Intriguing note

This article was published by Military Review No. Nº2527 / 2528 in August / September 2012

Document 1 – extracted photography work George Grenfell in the Congo, Volume 1 p. 71, mentioned frequently in this work. Interestingly precedes the photograph of the inscriptions of Diogo Cao on the Yalala stones . Important is that the inscription in the lower right corner being half cleared. Why Grenfell instead of photographing only the most visible inscriptions proceeded well?

2nd Document -examinando some texts about the term Freemasonry came across the document above, and as can be seen the same sign of the 1st photo ‘, Grenfell, is there, represented in the center. This picture was taken from the Great Encyclopedia and Brazilian Portuguese, volume 14.

3 Document … “Once completed the conference, another notable wore royal insignia: a great cover of the habit of Christ with precious stones encased in silver (cited by Faria Leal, residing in Banza Kongo in 1911):” (…) the habit of Christ, which seems to be part of value is old and work is likely to be present when Philip II in 1609 made a donation of 3 habits to relatives of the king of Congo

4 Document Mason’s Apron José Heliodorus of Corte Real Faria Leal. The Faria Leal family honored me with permission to photograph the masonic insignia of his grandfather. Could use more documents here, but it seems unnecessary, at least compared to my knowledge on the subject little or no use, others more prepared can make use of these data.

Small note about the Order of Christ

9 riders, all veterans of the 1st Crusade and led by Hughes de Payens, shortly after the fall of Jerusalem, met secretly to reaffirm their commitment to the Christian Kingdom founding the order of the Knights of Christ founded on vows of chastity, poverty and obedience . Sacrificed their lives to these principles, under the aegis assurance of Christ’s Kingdom until his death and dedicated to the protection of pilgrims. We’ll find them, some time later, under the name “Knights of the Temple of Solomon”, or simply “Knights Templar” who grew impressively both politically and economically. This power ought to be directly subordinate to the authority of the pope . No king or nation could hinder them step. however, Philip the Fair, the French monarch, wove its network several spies infiltrating the order. began the metamorphosis of the Templars in a strange Friday 13th October 1307 was the end Jacques de Molay and about five thousand Templars, almost all existing in France.

It remained a small cell in Portugal with the previous name of the Order of Christ, having as its Grand Master Prince Henry, playing a key role in the Discoveries. After the annihilation of the Templars in most of Europe, the order continued in Portugal, with the name “Order of Christ” (which Prince Henry was Grand Master) resulting in the discretion of the Infante, largely via the incalculable assets of the Templars have reverted directly or indirectly to the well-organized “multinational” that was the work of Discovery. Thus one can possibly understand the strategic and economic viability of impressive company. But would not all. The tentacles of the power of England, for over one hundred years installed in Portugal relied on the protection of Robert Bruce Stuart (King Robert I of Scotland). This alliance withdrew all the possibilities of interference of the Inquisition to the project of the Order of Christ, enjoying well enough freedom to continue their activities. Its members were organized in Masonic fraternities. In 1314 Robert Bruce and Johan Marcus Larmenio, fundavam “Lodge of Free and Accepted Scottish Rite Masons.”

Paulo Dias de Novais, 1st Governor of Angola was the grandson of Bartolomeu Dias, father of Antonio Dias de Novais Knight of the Order of Christ, are often confronted with the power of the Jesuits in politics enters into the mines that could nothing against Paul days “despite” this being a new Christian.

DIOGO CÃO ERA MAÇON !!!

Nota Intrigante

Este artigo foi publicado pela Revista Militar nº Nº2527/2528 em Agosto/setembro 2012

1º Documento – fotografia extraída da obra George Grenfell no Congo, 1º Volume pag. 71, frequentemente mencionada neste trabalho. Curiosamente antecede a fotografia das inscrições de Diogo Cão nas pedras de Yalala. Importante é o facto da inscrição no canto inferior direito estar semi apagada. Porque é que Grenfell em vez de fotografar só as inscrições mais visíveis procedeu assim?

2º Documento -Compulsando alguns textos sobre o termo maçonaria, deparei com o documento acima, e como se pode verificar o mesmo sinal da 1ª fotografia’,de Grenfell, lá está, representado ao centro. Esta gravura foi extraída da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, volume 14[1].

3º Documento …”Uma vez terminada a conferência, os notáveis vestiam uma outra insígnia real: a grande capa do hábito de Cristo, com pedraria engastada em prata (mencionado por Faria Leal, residente em Banza Kongo, em 1911): “ (…) O hábito de Christo, que parece ser peça de valor e é obra antiga, é provável que fosse presente de Filipe II quando em 1609 fez doação de 3 habitos a parentes do rei do Congo

4º Documento O Avental do maçon José Heliodoro de Corte Real Faria Leal[4]. A família Faria Leal honrou-me com a autorização para fotografar as insígnias maçónicas de seu avô. Poderia utilizar aqui mais documentos, mas parece-me desnecessário, pelo menos face ao meu conhecimento sobre o assunto pouco ou nada adiantaria, outros mais preparados poderão usufruir destes dados.

Pequena nota sobre a Ordem de Cristo

9 cavaleiros, todos veteranos da 1ª cruzada e liderados por Hughes de Payens, logo após a queda de Jerusalém, reuniram-se secretamente para reafirmarem a sua adesão ao Reino Cristão fundando a ordem dos Cavaleiros de Cristo fundamentada nos votos de castidade, pobreza e obediência. Sacrificaram as suas vidas a estes princípios, sob a égide de garantia do Reino de Cristo e até à sua morte dedicaram-se à protecção dos peregrinos. Vamos encontrá-los, tempos depois, sob a denominação de “Cavaleiros do Templo de Salomão”, ou simplesmente de “Cavaleiros Templários” que cresceu de forma impressionante tanto politica como economicamente. Este poder devia-se a estarem directamente subordinados à autoridade do papa. Nenhum rei ou nação poderia tolher-lhes o passo. Porém, Filipe o Belo, monarca francês, tecia a sua malha infiltrando na Ordem vários espiões. Começava a metamorfose dos templários numa estranha sexta feira dia 13 de Outubro de 1307. Foi o fim de Jacques de Molay e cerca de mais cinco mil Templários, quase todos os existentes em França.

Restou uma pequena célula em Portugal com a anterior denominação de Ordem de Cristo, tendo como seu grão-mestre o Infante D. Henrique, desempenhando papel fundamental na epopeia dos Descobrimentos. Após a aniquilação dos Templários na maior parte da Europa, a ordem continuou em Portugal, com a denominação de “Ordem de Cristo” (da qual o Infante D. Henrique foi Grão-Mestre) resultando no poder discricionário do Infante, muito por via dos bens incalculáveis dos templários terem revertido directa ou indirectamente a favor da bem organizada “multinacional “que foi a obra dos Descobrimentos. Assim se pode, eventualmente compreender a viabilidade estratégica e económica da impressionante empresa. Mas não seria tudo. Os tentáculos do poder de Inglaterra, há mais de cem anos instalados em Portugal contavam com a protecção de Robert Bruce Stuart (Roberto I Rei da Escócia). Esta aliança retirou todas as possibilidades de intromissão da Inquisição ao projecto da Ordem de Cristo, gozando assim de liberdade suficiente para continuar suas actividades. Os seus membros organizavam-se em fraternidades maçónicas. Em 1314 Robert Bruce e Johan Marcus Larmenio, fundavam “Loja dos Maçons Livres e Aceitos do Rito Escocês”. [5]

Paulo Dias de Novais, 1º Governador de Angola era neto de Bartolomeu Dias, pai de António Dias de Novais Cavaleiro da ordem de Cristo[6], confrontou-se muitas vezes com o poder dos jesuítas na celebre politica das minas que nada puderam contra Paulo Dias “apesar” deste ser cristão novo.

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