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I don’t know why certain people insist that the ancient kingdom of Yissaela (Israel), the city of Salama (Jeru-salem), even Assyria, Babylon, which are lands of the east according to the scriptures, for these people, were all within of the continent that we now know as Africa. even having no archaeological evidence, these people teach with their teachings that Maza (moises) when he liberated the people in Egypt, he took them to central and western Africa. But one thing is certain, these people forget that in the past the kingdom of Israel had neighboring kingdoms and that some of them still exist today, and that according to the prophecies some of these cities were supposed to exist until the end of time, in the modern era, I speak of the time of the weapon of iron and fire, and of airborne forces, like the ancient city of Damascus in the ancient kingdom of Syria that was to be ruined in the last days.

Damascus

The most important and one of the oldest cities in Syria, located on a fertile plain, almost circular, with 48 km. in diameter – it is bathed by Barada and Awaj (Abana and Farfar). Distance from Jerusalem to the northeast 218 km. It was, for centuries, a commercial center (Ez 27.18 and 47.16 to 18). It was already known in Abraham’s time, and was the birthplace of his butler Eliezer (Gen. 14.35 and 15.2). Except for the short time that Damascus was subject to David and Solomon, this city was the capital of the independent kingdom of Syria, and with this nation its history is closely linked. The city of Damascus was conquered by King David, being obliged to pay a certain tax (2 Sam 8.5.6 – and 1 Cr 1S.5 to 7) – but in Solomon’s time it was taken over by a warrior named Rezom (1 Rs 11.23 to 25). Ben-hadad i, king of Syria, being bribed by Asa, king of Judah, broke his alliance with Baasa, and invaded the kingdom of israel (1 Kings 15.18 to 20 – 2 Chr 16.2 to 4), continuing the war with Israelites in the time of omri (1 Ra 20.34). Ben-hadad ii surrounded Samaria, but to no avail, in the time of King Ahab – then he returned, but he was once again stampede, however, establishing an alliance with Ahab (1 Kings 20.1 to 34). Three years later the war was renewed, with Ahab defeated and killed (1 Rs 22.1, 37). General Naaman was sent from Damascus to Samaria to cure himself of leprosy (2 Rs 5). For the second time the city of Samaria was surrounded by Ben-hadad, but in vain (2 Rs 6.24). Hazael was visited by Elisha in Damascus, and designated as Ben-hadad’s successor (2 Rs 8.7 to 15). This same Hazael was defeated by the Assyrians, but achieved victory against Jorão and Ahazias (2 Rs 8.28,29). the Syrians ravaged the land of Israel to the east of the Jordan, in the reign of Jehu (2 Rs 10.32, 33 – and Am 1.3 to 5) – surrounded and took Gate (2 Rs 12.17 and Am 6.2) – threatened Jerusalem (2 Rs 12.18 – 2 Chr 24.23) – oppressed Israel in the reign of Jehoacaz (2 Rs 13.3 to 7.22). Ben-hadad iii was also an oppressive king – but he lost the cities that Hazael had taken (2 Kings 13.25), Jehovah becoming victorious according to the prediction of Elisha (2 Kings 13.14 to 19) – Jeroboam also attacked the city of Damascus (2 Kings 14.28). Rezin, together with Pekah, king of Israel, attacked Jerusalem but was unsuccessful, but took numerous captives and recovered Elate (2 Rs 16.5,6 – 2 Cr 28.5 – and is 7.1 to 9). Tiglath-Pileser, king of Assyria, instigated by Ahaz, took Damascus, killed Rezin and transported the inhabitants of this city to Quir, as had been predicted by Amos – and thus ended the kingdom of Damascus (2 Rs 16.9 to 12 – is 17.1 a 3 – Jr 49.23 to 27 – Am 1.5). In the times of N.T., Damascus was part of the kingdom of Aretas, an Arab who retained his power, being subject to the Romans (2 Cor 11.32). It was near that city that St. Paul’s conversion took place (At 9). Damascus enjoyed commercial prosperity, almost without interruption, and even today it is a city that has over 100,000 inhabitants. The plain produces walnuts, pomegranates, figs, plums, apricots, lemons, pears and apples – and in the surroundings there are famous vineyards. transit through Damascus was at all times more profitable than its direct trade. The caravans between Egypt and Syria, and between Tire and Assyria and the east generally passed, all of them through Damascus. (* see Ben-hadad and Hazael.)

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PORTUGUES:

Não sei porque que certas pessoas insistem dizer que a antigo reino de Yissaela (israel), a cidade de Salama (Jeru-salem), até mesmo a Assiria, a Babilonia que são terras do oriente segundo as escrituras, para essas pessoas, estavam todas dentro do continente que hoje conhecemos como Africa. mesmo não tendo nenhuma prova arqueologica essa pessoas ensistem com os seus ensinos de que Maza (moises) quando ele libertou o povo no Egito, ele os levó para as regiões central e oeste da Africa. Mas uma coisa é certa, essas pessoas esquecem-se de que no passado o reino de Israel tinha reinos visinhos e que alguns deles ainda existem até hoje, e que de acordo as profecias algumas dessas cidades estavam suposto a existerem até ao final dos tempos, na era moderna, falo do tempo da arma do ferro e fogo, e de exercitos do ares, como a antiga cidade de Damasco no antigo reino da Siria que estava para ser arruínada nos ultimos dias.

Damasco

A mais importante e uma das mais antigas cidades da Síria, situada numa fértil planície, quase circular, com 48 km. de diâmetro – é banhada pelo Barada e o Awaj (Abana e Farfar). Dista de Jerusalém para o nordeste 218 km. Foi, por séculos, um centro comercial (Ez 27.18 e 47.16 a 18). Já era conhecida no tempo de Abraão, e foi terra natal do seu mordomo Eliezer (Gn 14.35 e 15.2). A não ser no curto período de tempo em que Damasco esteve sujeita a Davi e Salomão, era esta cidade a capital do reino independente da Síria, e com esta nação está a sua história estreitamente ligada. Foi conquistada a cidade de Damasco pelo rei Davi, sendo obrigada a pagar um certo tributo (2 Sm 8.5,6 – e 1 Cr 1S.5 a 7) – mas no tempo de Salomão foi retomada por um guerreiro de nome Rezom (1 Rs 11.23 a 25). Ben-Hadade i, rei da Síria, sendo subornado por Asa, rei de Judá, quebrou a sua aliança com Baasa, e invadiu o reino de israel (1 Rs 15.18 a 20 – 2 Cr 16.2 a 4), continuando a guerra com israelitas no tempo de onri (1 Ra 20.34). Ben-Hadade ii cercou Samaria, mas sem resultado, no tempo do rei Acabe – depois voltou, mas foi de novo posto em debandada, firmando, porém, uma aliança com Acabe (1 Rs 20.1 a 34). Três anos mais tarde foi a guerra renovada, tendo sido Acabe derrotado e morto (1 Rs 22.1,37). o general Naamã foi mandado de Damasco à Samaria para curar-se da lepra (2 Rs 5). Pela segunda vez foi cercada a cidade de Samaria por Ben-Hadade, mas em vão (2 Rs 6.24). Hazael foi visitado por Eliseu em Damasco, e designado como sucessor de Ben-Hadade (2 Rs 8.7 a 15). Este mesmo Hazael foi derrotado pelos assírios, mas alcançou vitória contra Jorão e Acazias (2 Rs 8.28,29). os sírios assolaram a terra de israel ao oriente do Jordão, no reinado de Jeú (2 Rs 10.32, 33 – e Am 1.3 a 5) – cercaram e tomaram Gate (2 Rs 12.17 e Am 6.2) – ameaçaram Jerusalém (2 Rs 12.18 – 2 Cr 24.23) – oprimiram israel no reinado de Jeoacaz (2 Rs 13.3 a 7,22). Ben-Hadade iii foi também um rei opressor – mas perdeu as cidades que Hazael tinha tomado (2 Rs 13.25), ficando Jeoás vitorioso conforme o vaticínio de Eliseu (2 Rs 13.14 a 19) – também Jeroboão atacou a cidade de Damasco (2 Rs 14.28). Rezim, juntamente com Peca, rei de israel, atacou Jerusalém não sendo bem sucedido, mas levou numerosos cativos e recuperou Elate (2 Rs 16.5,6 – 2 Cr 28.5 – e is 7.1 a 9). Tiglate-Pileser, rei da Assíria, instigado por Acaz, tomou Damasco, matou Rezim e transportou para Quir os habitantes desta cidade, como tinha sido predito por Amós – e assim terminou o reino de Damasco (2 Rs 16.9 a 12 – is 17.1 a 3 – Jr 49.23 a 27 – Am 1.5). Nos tempos do N.T. fazia Damasco parte do reino de Aretas, um árabe que conservava o seu poder, estando sujeito aos romanos (2 Co 11.32). Foi perto daquela cidade que se deu a conversão de S. Paulo (At 9). Damasco gozou de prosperidade comercial, quase sem interrupção, e ainda hoje é uma cidade que tem para cima de 100.000 habitantes. A planície produz nozes, romãs, figos, ameixas, damascos, limões, peras e maçãs – e nos arredores existem famosas vinhas. o trânsito por Damasco foi em todos os tempos mais lucrativo do que propriamente o seu comércio direto. As caravanas entre o Egito e a Síria, e entre Tiro e Assíria e o oriente passavam geralmente, todas elas por Damasco. (*veja Ben-Hadade e Hazael.)

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